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	<title>generico</title>
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	<pubDate>Sat, 21 Jun 2008 21:52:31 +0000</pubDate>
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		<title>antes de morrer, etc</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jun 2008 21:52:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Lima</dc:creator>
		
	<category>cinema</category>
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		<description><![CDATA[	Os 1.000 melhores filmes já feitos, segundo o New York Times. Com links para as resenhas originais.

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			<content:encoded><![CDATA[	<p>Os <a href="http://www.nytimes.com/ref/movies/1000best.html">1.000 melhores filmes já feitos, segundo o <em>New York Times</em></a>. Com links para as resenhas originais.
</p>
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		<title>milagres modernos</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 17:36:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Lima</dc:creator>
		
	<category>quadrinhos</category>
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		<description><![CDATA[	
	Do excelente blog See Mike Draw.

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			<content:encoded><![CDATA[	<p><a href="http://seemikedraw.wordpress.com/2008/06/12/the-world-has-been-waiting-for-this-cartoon/"><img src="http://generico.blogsome.com/images/second-coming.jpg" alt="" /></a></p>
	<p>Do excelente blog <a href="http://seemikedraw.wordpress.com/">See Mike Draw</a>.
</p>
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		<title>a âncora da consciência</title>
		<link>http://generico.blogsome.com/2008/06/16/a-ancora-da-consciencia/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 03:06:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Lima</dc:creator>
		
	<category>nerd/geek</category>
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		<description><![CDATA[	We&#8217;ll do more and more reading on screens, but they won&#8217;t replace paper—never mind what your friend with a Kindle tells you. Rather, paper seems to be the new Prozac. A balm for the distracted mind. It&#8217;s contained, offline, tactile.
	&#8220;How we read online&#8221;, na Slate.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<blockquote><p><em>We&#8217;ll do more and more reading on screens, but they won&#8217;t replace paper—never mind what your friend with a Kindle tells you. Rather, paper seems to be the new Prozac. A balm for the distracted mind. It&#8217;s contained, offline, tactile.</em></p></blockquote>
	<p><a href="http://www.slate.com/id/2193552/">&#8220;How we read online&#8221;, na Slate.</a>
</p>
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		<title>paranoid indiana</title>
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		<pubDate>Sat, 24 May 2008 16:42:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Lima</dc:creator>
		
	<category>cinema</category>
	<category>delírio</category>
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		<description><![CDATA[	
Spoilers adiante.
	Como a maioria dos filmes do Spielberg, esse Indiana Jones e a Caveira de Cristal consegue ser ao mesmo tempo um blockbuster inquestionável e colossal em termos de marketing e finanças (paremos para imaginar quantas árvores são derrubadas apenas para imprimir os milhões de tíquetes de entrada desse filme&#8230;; agora paremos de imaginar tal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><center><img src='/images/indiana_jones.jpg' alt='' /></center><br />
<em>Spoilers adiante.</em></p>
	<p>Como a maioria dos filmes do Spielberg, esse <em>Indiana Jones e a Caveira de Cristal</em> consegue ser ao mesmo tempo um blockbuster inquestionável e colossal em termos de marketing e finanças (paremos para imaginar quantas árvores são derrubadas apenas para imprimir os milhões de tíquetes de entrada desse filme&#8230;; agora paremos de imaginar tal baboseira que não leva a lugar nenhum), mas também uma obra absolutamente contaminada pelos tempos atuais. Ou propositalmente pensada para refleti-los, o que for mais próximo da sua crença religiosa.</p>
	<p>No caso do <em>Indiana</em>, a carga de propósito me parece bem maior do que nos episódios anteriores. Aqui, o &#8220;ladrão de tumbas&#8221; cai de cabeça no maior sintoma dos tempos modernos: a paranóia.</p>
	<p>Ela está em todos os cantos do filme, algumas vezes travestida de anacronismo, outras, de metáfora contemporânea. Está tudo lá: o medo do comunismo, versão atualizada do &#8220;mal estrangeiro&#8221; que nos filmes anteriores foram o nazismo e um culto maluco indiano, mas que numa 15ª versão pode vir a se tornar o extremismo islâmico; a paranóia nuclear, ou da destruição do mundo, revista hoje sob a forma das mudanças climáticas; a paranóia da informação, tanto o medo da falta como do excesso (que, no filme, mata). Fora os aliens, que não deixam de ser uma mistura disso tudo, acrescido do charme intergalático.</p>
	<p>Pra mim, mais importante do que o tema da paranóia é a sensação dela. Tudo razoavelmente subterrâneo, apenas o suficiente para sintonizar-se com a frequência do público atual, muito diferente daquele de 20 anos atrás.</p>
	<p>O que permanece mais ou menos intacta é a moldura da série, a forma como Spielberg encaixa as mesmas peças cheias de pó. A história, particularmente, não significa muita coisa. Na verdade, parece francamente material de segunda linha, escolhido porque, de tão genérico, poderia ser moldado mais facilmente às necessidades de um Retorno depois de 20 anos, com todas as implicações de envelhecimento de elenco e personagens inclusos. </p>
	<p>Coube a Spielberg um trabalho aparentemente não tão difícil para um gênio como ele - filmar com a linguagem e os elementos consagrados dos filmes anteriores. O uso do movimento da câmera para revelar perigos e surpresas, o diálogo canastrão, a preservação dos ícones - o chicote e o chapéu, os personagens abraçando a contragosto caveiras, as teias de aranha iluminadas por tochas, os insetos de tamanho assustador. O homem sabe fazer tudo isso sem precisar olhar no monitor.</p>
	<p>Como parte integrante da série, esse episódio dá conta do recado. Mas a contribuição maior foi atualizar a viabilidade do personagem e de seu universo. É bom saber que o chapéu continua com Indiana.
</p>
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		<title>síndrome de macgyver</title>
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		<pubDate>Sat, 10 May 2008 17:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Lima</dc:creator>
		
	<category>delírio</category>
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		<description><![CDATA[	Guardo coisas guiado por um senso meio inconsciente de que posso precisar delas, no futuro, de formas não-convencionais. Aquele plástico com fio de alumínio dentro, usado para fechar sacos de pão de forma; fichas telefônicas de 1984; chaves de fenda com a ponta desgastada; sacos plásticos de lojas diversas e de materiais e formatos diversos; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Guardo coisas guiado por um senso meio inconsciente de que posso precisar delas, no futuro, de formas não-convencionais. Aquele plástico com fio de alumínio dentro, usado para fechar sacos de pão de forma; fichas telefônicas de 1984; chaves de fenda com a ponta desgastada; sacos plásticos de lojas diversas e de materiais e formatos diversos; cabos incompatíveis com qualquer aparelho que possuo em casa. É um impulso que sempre tenho, de dispensar ferramentas corretas e preferir as improvisadas, como abrir o pacote de sedex com a haste da tampa da caneta, ou usar um clipe de papel dobrado no lugar de uma chave de fenda. Até misturo objetos aleatórios na tentativa de criar um terceiro objeto potencialmente útil, com resultados variados. </p>
	<p>Talvez seja apenas um treinamento para a vida pós-civilização.
</p>
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		<title>cante para mim, hal</title>
		<link>http://generico.blogsome.com/2008/05/02/cante-para-mim-hal/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 14:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Lima</dc:creator>
		
	<category>cinema</category>
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		<description><![CDATA[	
Como lembra o G1, essa semana o 2001 - Uma Odisséia no Espaço completa 40 anos. Por princípio, não ligo para efemérides, mas essa serve pelo menos como gancho para voltar à obra do Kubrick, meu ídolo máximo. Seus filmes têm tudo aquilo que mais amo no cinema: a possibilidade de rigor intelectual e catarse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><center><img src='/images/kubrick2.jpg' alt='' /></center><br />
Como <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL429068-7086,00-UMA+ODISSEIA+NO+ESPACO+COMPLETA+ANOS.html">lembra o G1</a>, essa semana o <em>2001 - Uma Odisséia no Espaço</em> completa 40 anos. Por princípio, não ligo para efemérides, mas essa serve pelo menos como gancho para voltar à obra do Kubrick, meu ídolo máximo. Seus filmes têm tudo aquilo que mais amo no cinema: a possibilidade de rigor intelectual e catarse emocional montadas à régua, sobrepostas ou contrapostas, conversando ou se mutilando mutuamente.</p>
	<p>Uma obra como a dele implora por análises e discussões. Não faltam. Gosto muito do <a href="http://www.visual-memory.co.uk/amk/">Kubrick Site</a>, que inclui algumas ótimas entrevistas com o homem. E essa <a href="http://revistacult.uol.com.br/website/news.asp?edtCode=4E2DCE56-DBF2-4A95-AB9F-66D3C8AFFB2B&#038;nwsCode=8292E33D-A7ED-4ACB-9FC2-441614C35E4B">coletânea de artigos da revista Cult</a> também vale uma olhada. Faixa-bônus: uma <a href="http://www.kubrick2001.com/">interpretação didática de <em>2001</em></a>; coisa velha, mas divertida.
</p>
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		<title>a estrada</title>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 02:45:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Lima</dc:creator>
		
	<category>literatura</category>
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		<description><![CDATA[	Lendo The Road, do Cormac McCarthy, em pequenas doses, como se sorvesse uma pequena xícara do café mais caro do mundo. Não sei como está a edição brasileira, traduzida por Adriana Lisboa, mas este é um daqueles livros que implora pela leitura no original. De uma concisão e de uma beleza desconcertantes.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Lendo <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Road">The Road</a></em>, do Cormac McCarthy, em pequenas doses, como se sorvesse uma pequena xícara do café mais caro do mundo. Não sei como está a <a href="http://www.objetiva.com.br/objetiva/cs/?q=node/1481">edição brasileira</a>, traduzida por Adriana Lisboa, mas este é um daqueles livros que implora pela leitura no original. De uma concisão e de uma beleza desconcertantes.
</p>
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		<title>sola do sapato do elvis</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 02:07:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Lima</dc:creator>
		
	<category>música</category>
	<category>literatura</category>
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		<description><![CDATA[	Depois de ler o Mate-me, Por Favor, livro-reportagem-depoimento sobre o surgimento do punk, de Velvet Underground e Stooges a Sex Pistols, fica a dúvida: entre tantas drogas, onde ficava a música? É um puta livro, mas fica a impressão de que as pessoas apenas subiam no palco e faziam barulho. Tá certo que ler sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Depois de ler o <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Please_Kill_Me">Mate-me, Por Favor</a></em>, livro-reportagem-depoimento sobre o surgimento do punk, de Velvet Underground e Stooges a Sex Pistols, fica a dúvida: entre tantas drogas, onde ficava a música? É um puta livro, mas fica a impressão de que as pessoas apenas subiam no palco e faziam barulho. Tá certo que ler sobre Sid Vicious injetando heroína misturada com água de privada é morbidamente interessante, mas não é possível que só existisse destruição e auto-destruição. Os caras construiram obras, de uma forma ou outra. Ou será que Iggy Pop era &#8220;deus&#8221; apenas porque rolava sobre cacos de vidro?
</p>
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		<title>interação endêmica</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 01:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Lima</dc:creator>
		
	<category>nerd/geek</category>
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		<description><![CDATA[	Superávit cognitivo? Em vídeo, Clay Shirky explica. Ou, se quiser, há transcrição.

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			<content:encoded><![CDATA[	<p><a href="http://blip.tv/file/855937">Superávit cognitivo</a>? Em vídeo, Clay Shirky <a href="http://blip.tv/file/855937">explica</a>. Ou, se quiser, <a href="http://www.shirky.com/herecomeseverybody/2008/04/looking-for-the-mouse.html">há transcrição</a>.
</p>
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		<title>a la kinks</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 04:34:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Lima</dc:creator>
		
	<category>delírio</category>
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		<description><![CDATA[	Sem amplificador, guitarra com parte elétrica em dia nem pedais, comecei a plugar o violão elétrico na entrada de microfone do aparelho de som, que já não serve pra quase nada há alguns anos. Descobri que combinando o volume de entrada no som com o equalizador do violão dá pra tirar um som MANEIRO. Como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Sem amplificador, guitarra com parte elétrica em dia nem pedais, comecei a plugar o violão elétrico na entrada de microfone do aparelho de som, que já não serve pra quase nada há alguns anos. Descobri que combinando o volume de entrada no som com o equalizador do violão dá pra tirar um som MANEIRO. Como não tenho interesse em obter tons limpos, já que para isso basta tocar desplugado (é um violão folk, ele foi feito pra isso), percebi que o volume de entrada servia como controle de ganho e que qualquer coisa acima de 20% significa um <em>overdrive</em> de respeito. Daí, tirando os graves do violão e estourando os médios e agudos, o bicho começa a emitir um rugido PRIMAL e absolutamente porco, o suficiente para tocar <em>Search &#038; Destroy</em>, do Stooges, sem me sentir um completo idiota. Ou seja: estragarei as caixas de som num tempo menor, mas atormentarei os vizinhos com mais propriedade.
</p>
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