auto-promoção
Se a busca pela originalidade musical fosse uma longa corrida de obstáculos, o Dillinger Escape Plan estaria ligeiramente à frente, apesar de haver trombado em todas as hastes ao longo do caminho e invadido as pistas alheias, sem cerimônias e pudores. A viagem desse quinteto americano aparentemente é invadir, saquear e estuprar gêneros, incorporando tudo a uma agenda sonora própria e pessoal - o mathcore/metalcore/grindcore com incursões breves e convolutas sobre áreas diversas como o pop, o jazz e a música eletrônica, sempre com sucesso e, diabos, certa classe peculiar. Por essa verve expansionista, tal qual um Império Romano dos riffs e da quebradeira, são considerados o futuro do metal.
Trecho de resenha para o Banana Mecânica sobre o último do Dillinger Escape Plan, Ire Works. Tem mais coisa minha lá também, nos arquivos: Danielson, Gram, Lenine, Mastodon, The Shins, Wilco, Lobão, Elliott Smith e Ecos Falsos. Mas vale uma boa olhada em tudo mais, há muitas boas indicações ali.
- música | Time: 11:06 pm (UTC+8)





