teólogos não sabem nada sobre minha alma
É maravilhoso como, prestando um pouco de atenção, é possível reconhecer padrões ocultos perdidos no ar (preciso ler o tal livro do William Gibson, aliás).
Em uma longa conversa com uma amiga Bianca, uma das pessoas que mais amo nesse planeta, falamos sobre como é importante termos paixões na vida - seja por outras pessoas como por atividades, artes etc; mais tarde, eu lia o seguinte trecho da entrevista do Henfil:
“Eu acho que o cara tem que ser rico interiormente, gostar de fazer, no mínimo, umas seis ou sete coisas. O cara que diz: ‘Eu me realizo fazendo jornalismo’, pô, esse cara é um pobre, é um cara atrofiado.”
Horas atrás, dou de cara com o artigo sobre o fim da monogamia e um novo paradigma de relações afetivas. Tudo isso parece se ligar pra mim. Não consigo imaginar minha vida restrita a uma só paixão. Cinema, música, literatura, chocolate, HQs, instrumentos musicais, culinária italiana, tecnologia, só pra citar coisas facilmente identificáveis, são assuntos pelos quais sou apaixonado. Um tipo muito particular de poligamia: as diferentes amantes conversam entre si, criam laços de amizade, apaixonam-se mutuamente.






Eu gosto de óleo de fígado de bacalhau, sorvete de janela (aberta), tudo assim, no âmbito daquelas coisas né. Sou apaixonado pelo sanfona vinho velha do meu avô, foi com ela que ele conquistou minha agora velha avó.
Comment by Rodrigo — September 26, 2005 @ 3:12 am
testcomment946
Comment by testanchor234 — November 9, 2005 @ 12:51 am